Ler mais histórias
Olá, meu nome é Lidyane

Essa é minha história

Conhecer agora


Deu positivo!

Não há maior frustração para um casal passar anos tentando engravidar e nada! Eu juro que pensava que era só relaxar, namorar no período certo e pronto. Mas a verdade é que nem sempre é tão fácil assim.

Eu e meu marido

Como não conseguia engravidar, comecei a prestar mais atenção ao meu ciclo menstrual. Eu sentia muitas cólicas, dores e desconforto. Sem contar que meu fluxo era intenso. Na época, minha cunhada tinha sido diagnosticada com endometriose e comecei a desconfiar que este também poderia ser o meu problema.

Procurei um médico especialista em 2015, que me passou um monte de exames. Com os resultados em mãos, disse ele: “Olha, você não tem nada, acho que é coisa da sua cabeça. Vá pra casa e treine bastante.” A sensação de alívio durou poucos meses. Em outubro do mesmo ano, dei entrada no pronto-socorro com muitas dores do lado direito da área pélvica e descobri um cisto. Fui operada por outro profissional que constatou a tal endometriose, entre a parede do útero e a parede do intestino.

Após a cirurgia

Retornei ao médico que já me acompanhava e ele disse que eu não tinha muita opção. O ideal era eu engravidar logo, pois quanto mais o tempo passasse, mas difícil seria. Iniciei o tratamento de endometriose aos 19 anos. Tive outro cisto, que foi diminuindo com a medicação.

Uma segunda opinião é sempre válida

Em 2017, procurei outro especialista de uma clínica de fertilização para uma segunda opinião. E lá fomos nós para aquela bateria de exames e, de novo, os resultados indicavam que estava tudo certo com os dois.

Já tinha suspendido os medicamentos da endometriose e as dores tinham voltado. Em março de 2018, me submeti a outra cirurgia.

A expectativa era engravidar nos meses seguintes, com o útero todo limpinho. Isso ocorre em muitos casos pós-cirúrgicos, mas não tive a mesma sorte.

O novo médico começou a desconfiar que pudesse ser a ausência do muco cervical e passou um novo exame, mas meu convênio não cobria e este era muito caro – quase R$ 300. Então, tivemos que esperar. Nesta mesma semana soube do lançamento no Brasil de um gel lubrificante chamado FamiGel, intitulado “amigo da fertilidade”. Ele era mais barato que o exame e prometia aquela ajuda que eu tanto precisava. Pesquisei mais a respeito, li resenhas de marcas concorrentes – importadas e bem mais caras – e tive mais dúvidas do que certeza, mas sabe como é tentante, né? Queremos tanto uma coisa que fazemos tudo que estiver ao nosso alcance. Resolvi arriscar. Comprei o FamiGel e usei seguindo as instruções.

Minha barriga começando a crescer
Um anjo em nossas vidas

Faltavam quatro dias para minha menstruação descer ou atrasar, mas eu estava mega ansiosa para saber se tinha funcionado. Nunca tinha feito um teste de gravidez antes, mas sempre fui uma pessoa de muita fé e senti como se Deus estivesse falando comigo: “Filha, faz o teste, confia em mim e faz”.

E lá fui eu. Me lembro até hoje a moça da farmácia me perguntando se eu queria mais alguma coisa. Respondi, prontamente: De preferência que dê positivo, né? (risos) Estávamos na casa da minha mãe e escondi o teste na bolsa até meu esposo sair para o trabalho. Fui ao banheiro, sem esperanças, e quando tomei coragem para olhar, lá estavam as duas listras. Deu positivo! Quando meu esposo chegou em casa, à noite, o surpreendi com uma caixinha bem bonita com coisas de quando eu era bebê. Ideia da mamãe. Mesmo sem a ficha cair, ele se emocionou.

No mesmo dia que confirmei a gravidez com um exame beta, recebi uma mensagem da Famivita, querendo saber como tinha sido minha experiência. Fiz questão de responder: Foi batata! Usei uma única vez e não é que funcionou mesmo?!

Comecei o pré-natal e na 13ª semana, ao fazer o ultrassom morfológico, descobriram que o bebê tinha uma má formação no coração e que as chances de sobrevivência eram quase zero. Digo isto porque eu creio que a última palavra vem de Deus, mas foi um momento bem difícil…

Na 17ª semana voltei para fazer outro ultrassom. Eu estava com minha mãe, mas logo percebi que tinha algo errado. O médico estava calado e apreensivo. Ficamos ali quase meia hora até que veio a triste notícia: não havia batimentos cardíacos.

Do exame fui encaminhada para o parto induzido e ao sair da maternidade, sem o nosso filho nos braços, a gente desabou.

Sempre existe esperança

No mês seguinte, já estava liberada para tentar de novo. Todo mundo dizia que quando se tem um, abre a fábrica. Então, não dava para ficar adiando por muito tempo. Deixei o medo de lado e lá fomos nós! Tentamos em janeiro e fevereiro, e nada. Em março eu falei: vou usar o FamiGel de novo. E assim o fizemos.

No final de abril de 2019 eu sentia que estava grávida. Meu esposo achou que era loucura minha. Estávamos na rua e comprei o teste de farmácia. Nem esperei chegar em casa. Entrei no banheiro do McDonald’s e confirmei a suspeita. Deu positivo!

Nosso positivo!

Desta vez, fomos mais cuidadosos, sem criar muitas expectativas. Ainda faltava o ultrassom morfológico. Quando soubemos que estava tudo certo com o bebê foi um alívio. O prazo para a nossa Maria Clara nascer era 1º de janeiro de 2020. Consegue imaginar como estávamos ansiosos?

Eu jamais vou esquecer o que aconteceu, mas sou grata pelas duas bênçãos que recebi. Deus fez a parte Dele, mas a gente também fez a nossa. No meu caso, o gel ajudou muito na lubrificação e no aumento do muco. Então, se você está tentando engravidar, saiba que existe uma esperança, e se informe.

Posso afirmar que minha filha é muito amada e vai ser ainda mais, por inspirar tantas mamães a não desistirem de sonhar.

A Famivita me visitou e tirou lindas fotos como essa

Agradeço por acompanharem a minha história, e para falar comigo é só acessar o meu Insta: @lidyanemelo_gestante

Com todo o meu amor,
Lidyane

Para conhecer mais histórias clique aqui