Eu achei que não poderia ser mãe, mas Deus e a vida me mostraram que o meu sonho ainda era possível.
Durante dois anos, tentei entender por que meu positivo não chegava. Eu já havia parado de tomar anticoncepcional, acompanhava meu corpo e fazia testes sempre que a esperança aparecia. Mas, mês após mês, o resultado era negativo, e isso mexia muito comigo.
Depois de exames, recebi um diagnóstico difícil: endometriose e cistos no ovário, que haviam comprometido o funcionamento deles. Foi um baque. A endometriose pode dificultar a fertilidade por causar inflamações, dores e alterações no ambiente reprodutivo. Já os cistos no ovário podem atrapalhar o ciclo, a ovulação e deixar a tentante ainda mais insegura sobre o melhor momento para tentar.
Eu já tinha feito tantos testes negativos que confesso que comecei a me preparar emocionalmente para iniciar um tratamento. Meu coração estava apertado, mas a minha fé ainda estava ali.
Foi nesse momento que conheci o FamiPré da Famivita. Comecei a tomar por conta própria, mas levei ao meu médico para saber se poderia continuar. Ele me tranquilizou e disse que sim, que inclusive poderia me ajudar nesse processo.
Então segui direitinho. Comprei uma caixa e usei durante 28 dias. Para mim, aquele cuidado era uma forma de continuar acreditando, mesmo depois de tantos meses difíceis.
Quando faltavam apenas dois comprimidos para terminar a caixa, passei muito mal. Algo dentro de mim dizia: “faz um teste”. Achei que talvez fosse coisa da minha cabeça, porque eu já tinha vivido tantas decepções antes. Mas resolvi ouvir meu coração.
Fiz o teste, como tantas outras vezes. Só que dessa vez foi diferente. O positivo veio. Eu chorei, tremi e desmaiei de emoção. Meu coração não sabia o que sentir primeiro: surpresa, gratidão, alegria ou alívio. Era um milagre diante dos meus olhos. Eu estava grávida de 3 semanas.

Minha última menstruação foi em 26 de agosto, e minha filha estava prevista para nascer no dia 2 de junho. A partir daquele positivo, cada dia da gestação foi vivido com muito cuidado, amor e gratidão.
Hoje, com 24 anos, casada há 3 anos e ao lado do meu amor há 10, entendo que essa espera fez parte da nossa história. Meu marido ficou radiante, e eu também me sentia cada vez mais abençoada por carregar nossa filha.


A Pérola veio um pouquinho antes, trazendo luz e paz para a nossa vida. Ela nasceu no dia 30 de maio de 2025, às 23h, pesando 3,100 kg, em um parto normal, rápido e tranquilo.
Ela é um presente divino. Um amor que não cabe no peito.

Hoje sigo cuidando de mim e da nossa bebê com muito amor. Continuo confiando nas vitaminas da Famivita, porque acredito na qualidade e na segurança do que estou consumindo. Me sinto confiante, me sinto bem e, acima de tudo, me sinto abençoada.
Obrigada, Famivita, por fazer parte do nosso milagre. Minha história é uma mensagem para outras mulheres que já se sentiram cansadas de tantos negativos: mesmo quando parece difícil, ainda pode existir um caminho.
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